Kin Hubbard - pseudônimo de Frank McKinney Hubbard (1868 – 1930) – foi um filósofo e jornalista estadunidense.
EXPRESSÃO
ESTE É O DOMÍNIO CIRCUNSCRITO DO MEU SABER E DO MEU PENSAMENTO. É O MEU CAMPO DE VISIBILIDADE DO MUNDO E DE TUDO QUE O CERCA. SÃO AS ENTRELINHAS DE MINHAS ASPIRAÇÕES E EXPECTATIVAS MAIS OTIMISTAS QUE COMPARTILHO COM VOCÊ, CARO(A) VISITANTE.
Dia de Finados
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No passado, homenagens aos mortos também eram habituais. Notamos algo em comum na maioria das religiões: elas reservavam o Dia de Finados para evocar as qualidades e os feitos dos antepassados e também celebrar sua fé na ressurreição. Os cristãos protestantes, por exemplo, observam a data, mas creem que, após a morte, nada mais resta a não ser o juízo final.
O Dia de Finados foi instituído oficialmente pela Igreja Católica no século X. A partir do século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) passaram a obrigar a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII, esse dia passou a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1º de novembro é a Festa de Todos os Santos.
Os fiéis costumam homenagear os mortos lhes oferecendo flores – que são levadas aos cemitérios - e orando/rezando por eles. É o "Dia da Saudade.”
Apoiados em uma prática de mais de um milênio, os católicos utilizam-se de algumas passagens bíblicas para fundamentarem sua posição: cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46.
Particularmente, vejo a data de hoje como um dia especial no qual temos a oportunidade de relembrar, com mais ênfase, os nossos entes queridos já falecidos e também refletir sobre a morte: algo certo e inevitável para todos nós. Em síntese, é uma forma de mantê-los vivos, em nossa lembrança, em consideração a tudo quanto fizeram ou representaram para nós, em vida. Na verdade, quando perdemos alguém que amamos, ele (a) jamais desaparecerá, completamente, porque o amor é eterno e a extinção da matéria aliada à ausência física não impedem que o amor por ele (a) se perpetue em forma de recordação.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009 | Postado por Josselene Marques às 00:58 0 comentários
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Cidadão - Zé geraldo
O mineiro José Geraldo Juste, conhecido como Zé Geraldo é um cantor e compositor brasileiro.
Em seu álbum Terceiro Mundo – CBS - 1979, fez grande sucesso nacional com a música “Cidadão” que foi regravada por vários intérpretes brasileiros, entre eles o paraibano Zé Ramalho e o cantor Sílvio Brito.
Suas canções como "Rio Doce" e "Milho aos Pombos" tornaram-se conhecidas após concorrerem nos festivais.
O seu mais recente trabalho foi lançado em maio de 2008: intitulado Catadô de Bromélias, o qual inclui uma versão em português da música "Mr. Tambourine Man", de Bob Dylan, e uma nova parceria, com o cantor e compositor Zeca Baleiro, "Na barra do seu vestido".
Que tal reflexionarmos um pouco? Esta letra é um convite à reflexão.
Cidadão
Zé Geraldo
Tá vendo aquele edifício moço?
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar.
Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me chega um cidadão
E me diz desconfiado, tu tá aí admirado
Ou tá querendo roubar?
Meu domingo tá perdido
Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar o meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer
Tá vendo aquele colégio moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Pus a massa fiz cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem pra mim toda contente
Pai vou me matricular,
Mas me diz um cidadão
Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar
Esta dor doeu mais forte
Por que que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava, mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer
Tá vendo aquela igreja moço?
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá sim valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar (2x)
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domingo, 1 de novembro de 2009 | Postado por Josselene Marques às 00:38 4 comentários
Marcadores: Música brasileira
Tempo
Tento, constantemente, me adequar
Ao tempo de Deus e ao tempo dos homens.
- Confesso que não é tarefa fácil!
Ele pode ser relativo, cronológico, oportuno,
Lento, rápido, longo, curto, local, real, universal...
Os humanos tentam aprisioná-lo em relógios e calendários;
Dividí-lo em dias, horas, minutos e segundos;
Multiplicá-lo em semanas, meses e anos;
Agrupá-lo em décadas, séculos e milênios
- Tudo em vão!
Esquecem que ele é irrefreável, indomável
E não espera por ninguém.
Deixa marcas na aparência:
Provas indisfarçáveis dos anos bem ou mal vividos...
Contudo, são poucas as que têm consciência
De que ele jamais voltará – a não ser em nossas recordações...
Afinal, tal qual as águas de um rio, ele se renova
- Ao contrário do que acontece conosco -
E, à medida que vivemos,
Estamos sempre passando por um tempo transitório
Que nos ajuda a superar, esquecer e curar nossas dores.
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Postado por Josselene Marques às 00:19 4 comentários
Marcadores: Expressão
Primazia do bem particular sobre bem comum
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | Postado por Josselene Marques às 00:34 2 comentários
Marcadores: Frases de Josselene
Saber viver...
Hoje, de súbito, me veio à mente a lembrança de uma pessoa que me chamou a atenção, em um transporte coletivo, no início desta semana.
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sábado, 24 de outubro de 2009 | Postado por Josselene Marques às 10:55 5 comentários
Marcadores: Expressão
O ontem...

Lembranças, alegrias e tristezas.
No ontem, depositamos parte da existência.
Dele podemos tirar lições para o hoje
E alterar positivamente - ou não - o amanhã.
O ontem também pode ser revivido,
Através das boas recordações,
Ou esquecido, mas jamais negado,
Pois faz parte da história de cada um.
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Postado por Josselene Marques às 01:33 2 comentários
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