sábado, 26 de maio de 2012

Dios salve a la Reina

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Depois de alguns dias de ausência, em virtude de estudos extras, estou de volta a este espaço. Aproveito para recomendar o post mais recente do meu amigo Beto, através do qual ele nos apresenta um grupo musical de sua cidade – Rosario/Argentina: "Dios salve a la Reina" é o seu nome, em homenagem à banda “Queen”.

No referido post, além de nos brindar com trechos de um recital, ao vivo, o administrador do blog Baladas Mp3 faz um resumo sobre a história da que é considerada a melhor banda tributo ao Queen. 

Ouvir “How can I go on” me fez voltar à adolescência por alguns minutos... E que viagem agradável!!!

Em breve, nos meses de julho e setembro, esta banda fará shows em quatro cidades do Brasil: Rio, São Paulo, Recife e Caruaru.

Sem dúvida, vale a pena conferir o post e as apresentações.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O poder da comunicação

Que tal refletirmos tendo como base esta frase de Daniel Webster? 

"... se eu tivesse que perder todas as minhas posses e atribuições, com apenas uma exceção, escolheria ficar com o poder da comunicação, pois com ele eu logo reconquistaria todo o resto."

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Para refletir...

"Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se. Você quer ser feliz para sempre? Perdoe."

 (Tertuliano)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A imagem e os eus

Foto: Josselene by Maria Luíza 


A princípio, apreciamos a imagem – o eu aparente – da pessoa e não a sua essência. Por isso mesmo nos impressionamos e nos deixamos seduzir tão facilmente.

O fato é que dificilmente conhecemos o eu real de alguém. É raro encontrar uma pessoa transparente e/ou autêntica. Mesmo que ela consiga realizar tal proeza, em certas situações da vida pessoal, do trabalho e dos demais relacionamentos em sociedade, fatalmente, acabará tendo que dissimular para conciliar; principalmente, se sua intenção for agradar e ganhar simpatia, confiança e admiradores – em detrimento da lidimidade individual. Sem contar que há, também, quem assim proceda por interesses escusos – apenas para satisfazer desejos egoístas. Entretanto, em ambos os casos, prevalece a hipocrisia, que macula a alma e faz pesar a consciência de alguns.

Para sermos verdadeiros, faz-se necessária a harmonização do eu real com o eu ideal e o autoconceito. Além disso, precisamos nos livrar do medo de nos expressarmos sinceramente e agirmos com justiça e ética, embora tal postura possa ter consequências indesejáveis e prejudiciais. É o preço que sempre nos será cobrado por nossas escolhas e atitudes autênticas. 

Especificamente, nos vários níveis e tipos de relacionamentos afetivos, por um variável período, temos o hábito de seguir gostando das imagens que condizem com uma prévia e íntima idealização. Contudo, mais cedo ou mais tarde, o convívio diário poderá destruir, reciprocamente, essa ilusão, pois ninguém consegue fingir ininterruptamente. Vez por outra, o eu real se descuida e aparece, chocando a quem está bem mais próximo de nós. De forma paulatina, as decepções vão se acumulando, o querer, a paixão e o amor se desgastando. Então, o desinteresse chega e se instala. O fim torna-se iminente. Afinal, não é tão fácil permanecer ao lado de quem conhecemos profundamente – só quem ama goza deste privilégio. Apenas o amor é capaz de resistir, relevar, compreender e perseverar. É comum ouvirmos esta frase de pessoas que estão enfrentando uma crise afetiva: “Esta não é a pessoa a quem eu amei, ‘quando a conheci’.” Exatamente! Elas estão certas porque, na verdade, elas amaram o eu aparente dos seus escolhidos – uma projeção personalizada e estilizada pela mente seletiva – e não o âmago de cada uma dessas pessoas, com suas virtudes e defeitos inerentes a todos os seres humanos.

Então, o que nos resta fazer? Temos apenas duas opções: ignorarmos a realidade e persistirmos na ilusão e na acomodação ou aprendermos com as experiências. Uma coisa é certa: em todas as vezes que pensamos maduramente e enxergamos as pessoas através um novo e perscrutador olhar, automaticamente nos pouparmos de algumas dores desnecessárias ou evitáveis. Entretanto, não podemos esquecer de que nossa visão é limitada e, conforme o grau do envolvimento, mesmo o eu real se revelando, ele poderá passar despercebido, que sagacidade não combina com emoção e que há eus intransponíveis. Enfim, por mais previdentes que sejamos jamais estaremos totalmente livres de nos enganarmos ou sermos enganados. 

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domingo, 13 de maio de 2012

Mãe descartável

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Vivemos, novamente, a alegria de mais um Dia das Mães.

Fugindo do que é comum, quero aproveitar a oportunidade para homenagear uma “minoria” injustiçada e desprezada: a das mães descartáveis.

A princípio, o adjetivo parece impróprio, mas é o que melhor especifica as vítimas da ingratidão e da falta de apreço de filhos extremamente egoístas. Estes, por serem incapazes de conviver com a velhice materna e tudo quanto lhe é inerente, desobrigam-se do dever de dispensar o mínimo respeito e a devida assistência às suas mães, exatamente na hora em que elas mais necessitam. 

Embora a contragosto, bem ou mal, há os que aceitam a permanência das genitoras em suas novas famílias. No entanto, vivem a alegar tudo que lhes dão ou fazem, forçando-as a se sentirem “estorvos” em suas vidas.

Há ainda os que agem de forma mais cruel: largam-nas em asilos para idosos (por melhores que sejam estas instituições, elas não substituem o lar) ou na companhia de pessoas inescrupulosas que, na grande maioria dos casos, submetem-nas a humilhações e diversos tipos de violência.

Pobres filhos! Cruéis criaturas! Eles esquecem, rapidamente, dos anos, meses, semanas, dias e noites que lhes foram dedicados espontânea e gratuitamente por estes seres que o tempo, as enfermidades e as limitações próprias da idade tornaram, de certa forma, inativos e carentes de redobrado cuidado e especial atenção. 

Portanto, ter para a mãe todos os desvelos não é apenas um preceito, mas uma questão de justiça, reconhecimento e demonstração de gratidão. É, principalmente, na sua velhice que temos a oportunidade de retribuir tudo de bom que delas recebemos desde a gestação.

Mãe descartável, neste Dia das Mães, receba o carinho e o respeito de alguém que não a conhece, mas sabe da sua existência.


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sábado, 12 de maio de 2012

Amor de Deus


Adão e Eva nas mãos de Deus
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"No vasto universo, você é um minúsculo ser; mas na imensidão do amor de Deus, você ocupa o centro."

(Aderb)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mãe... Lenice Bernardo

Poema-cartão de autoria da minha amiga Lenice Bernardo.